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JONAS 2, O DEUS QUE ATENDE NOSSAS ORAÇÕES

 

JONAS 2

TEMA: O DEUS QUE ATENDE NOSSAS ORAÇÕES

TEXTO: Jn.2:1-10

INTRODUÇÃO:

1. O ventre da terra deu a luz. Essa foi um dos temas de muitas reportagens sobre o resgate dos mineiros no Chile.  Passaram mais de dois mêses à mais de setecentos metros abaixo da terra. No dia 12 de outubro no ano de 2010, a terra cedeu e os engoliu. Todo mundo acompanhou um dos resgates mais bem sucedidos do mundo. Transmitido ao vivo por vários canais de tv, rádio e internet. Todos os trinta e três mineiros foram salvos de forma espetacular.

2. Jonas está em situação semelhante. Não no ventre da terra, mas no ventre do grande peixe, 1:17.

Orando e buscando ao Senhor quando em extrema dificuldade, cap.2:1-10.

3. No capítulo um, Jonas não orou. Quando comprou uma passagem de navio na cidade de Jope e do porto dessa cidade se dirigiu rumo a cidade de Társis, V.3. Semelhantemente não buscou à Deus em meio a tempestade, V.4. Do mesmo modo não orou quando todos no barco clamavam cada um ao seu deus, V.5. Não clamou aos céus quando sua fuga se tornou pública, V.10. Nem quando os marinheiros tentaram salvar sua vida, V.13. Nem ao menos clamou à Deus quando no mar foi lançado, V.14.

4. Quando no ventre do peixe orou ao Senhor. (A) Gritou em grande desespero, V.2. (B) Revela a crise que está passando, V.3. (C) Pensou em não mais sair dessa situação, V. (D) Estava em meio a muitas algas marinhas, V.5. (E) Alguns comentaristas chegam a dizer que nessa ocasião o profeta de fato morreu, V.6. (F) Se apóia na misericórdia de Deus, V.8. (G) Reconhece que só Deus pode Salvar, V.9. (H) Por ordem do Senhor o fujão é lançado na praia, quando nem o peixe suportou o profeta em seu estômago, V.10 Quais lições podemos aprender dessa oração do profeta.

I – Seja qual for nossa angústia devemos buscar ao Senhor, V.1,2.

1. Angústia no ventre do abismo. Sua alma está cercada, V.5. Ele fala de sepultura, V.6. Está desfalecendo, V.7.

2. Passamos por muitas angústias nesta vida. Na família: Rebeldia dos filhos, crise no casamento, separação,  morte de um ente querido. Na vida espiritual: falta de paz, pecados não confessados, indiferença para com Deus. Na vida pessoal: Insatisfação, depressão, frustração.

3. Clame a Deus. Ele é capaz de ouvir nossas orações e nos socorrer em todo tempo e situações das mais extremas, V.2,7.

“…E disse: Na minha angústia chamei ao SENHOR, e ele me atendeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz…” V.2.

“… Quando desfalecia em mim a minha alma, lembrei-me do SENHOR; e entrou a ti a minha oração, no teu santo templo…,” V.7

II –  Devemos confessar nosso estado desesperador diante do Senhor, V. 3-6.

1. Jonas rasgou seu coração  ao Senhor. Ele fala de sua situação. De seu instante critico. Do pesadelo que enfrenta no ventre do peixe. Era uma angústia profunda, uma situação desesperadora. Um beco sem saída. O fim pra ele estava próximo. Sua alma encontrava-se atribulada. Ondas pesadas passavam sobre ele.  Mesmo assim,  buscou ao Senhor como solução para esse grande pesadelo.

2. Confesse a Deus quem você é e o que está lhe causando tanto sofrimento. Abra o seu coração para Deus. Confie nEle. Creia no seu poder. Ele traz verdadeiro perdão para você. Deus não nos trata segundo os nossos pecados. Para qualquer pecado há provisão no sangue do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Jesus, o filho de Deus. Revele sua situação para Ele, por mais difícil e extrema que seja, Deus pode te ajudar.

3. O exemplo de Manassés. II Cron.33:1-13

III – Devemos nos apoiar na misericórdia do Senhor, V.8.

1. Jonas sabe que Deus é misericordioso, Cap.4:2. No V.8 do Cap.2 Jonas diz que aqueles que se apegam ao ídolo, se afastam da misericórdia do Senhor. No entanto, Ele conhece o Deus vivo, o qual está orando. Esse Deus verdadeiro é cheio de ternas misericórdias. Ele se compadece do aflito, injustiçado, miserável e sem esperança. Daquele que não tem saída. Sua compaixão é grande para conosco.

2. O contexto do Profeta Jeremias. Era um instante de grande desolação, abandono, desespero e escravidão. Em meio a tudo isso, o profeta fala da misericórdia do Senhor, “… As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;  Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade…”. O profeta diz ao menos quatro características da grande misericórdia do Senhor: 1. São as causas de não sermos consumidos, 2. Não têm fim, 3. Se renovam a cada manhã, 4. Tem como base a fidelidade do Senhor e não nosso mérito.

3. A oração de Davi no Salmo 51. Esse Salmo relata sua experiência de arrependimento e o quanto Deus foi misericordioso para com Davi. Mesmo  quando  Davi adultera com Bate-Seba e é culpado pela morte de seu esposo, Urias. Deus foi compassivo e longânimo para com o rei Daví. Tudo tem princípio na misericórdia do Senhor, creia nesse Deus.

IV- Devemos exalar espírito de gratidão ao Senhor, V.9, p.a.

1. Ser grato a Deus em todo tempo. Jonas promete cumprir seus votos de gratidão ao Senhor. Em meio a tragédia, lembrou de dar graças a Deus. Levantar a voz de agradecimento ao Senhor. Seus lábios, sua voz, seu coração, sua alma, todo seu ser. Estava envolvido neste espírito de gratidão. Murmuração não é mais sua canção. Seu louvor agora é agradecer a Deus, não só por suas dádivas, mas pelo que Deus é, em seu Ser.

2. Jamais esqueça de agradecer à Deus. Não faça como aqueles leprosos. Foram curados e não voltaram para agradecer ao filho de Deus, que lhes curou, Lc.10:11-19. Só um voltou para agradecer, siga o exemplo desse que retornou. E porque foi grato ao Senhor, dEle recebeu a cura de sua alma. Foi salvo por Cristo.

V- Devemos reconhecer a necessidade de corrigir nossa vida diante do Senhor, V.9, p.b.

1. Ele diz que o seu voto ao Senhor seria cumprido. Agora Jonas se mostra desejoso de cumprir toda vontade do Senhor. Sua história começa com desobediência, mas agora começa a ficar diferente.

Depois da tribulação que passou,  aprendeu que sua vida deveria passar por uma reformulação. Aprendeu a obediência pelo sofrimento.

2. Por que temos que aprender do modo mais difícil. Deveríamos servir a Deus em todo os momentos da nossa vida. Infelizmente nosso coração endurece para obedecer a Deus. E é nessa hora, que nós filhos de Deus, somos disciplinados para aproveitamento, crescimento, edificação e correção do nosso caminhar com Deus. Feliz aquele que encontra em Deus, um caminho de restauração, para que prossiga pela fé, servindo ao Senhor.

3. Um exemplo que nos motiva a voltarmos para Deus. O filho pródigo que se humilhou diante de seu pai e foi recebido com muito amor e festa, Lc.!5

VI – Devemos saber que orar ao Senhor é importante, mas principalmente tê-lo como Salvador, V.9, p.c.

1. Do Senhor vem a Salvação. Essa era a convicção do profeta Jonas naquela extrema crise. Ele ora ao Senhor, mas seu livramento não veio por suas palavras, pelo seu clamor, por frases bem colocadas, pela forma poética de sua oração. O livramento veio porque ao Senhor pertence a salvação.

2. Do Senhor vem a Salvação. O Senhor tem poder de Salvar. Ele é o único Deus que Salva o homem por completo. A ORIGEM DA Salvação está em Deus, dele provém toda nossa Salvação. Se não fora o Senhor, que primeiro tomasse à atitude de nos Salvar, estaríamos perdidos para sempre.

3. Do Senhor vem a Salvação. Foi o Senhor e nenhum outro, que nos proporcionou uma grande Salvação em Cristo. O filho de Deus morreu na cruz do calvário por nós. Ele nos Salvou e é capaz de sustentar essa Salvação até o fim da nossa existência. Em nós, vai sendo aperfeiçoado essa Salvação. Não porque ela é imperfeita, mas porque nós somos imperfeitos. E essa completa Salvação, vai nos preparando para assumir nossa redenção completa. Quando seremos glorificados em Cristo Jesus e entraremos nos céus.

“…As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;  E dou-lhes a vida eterna, e nunca hão de perecer, e ninguém as arrebatará da minha mão.  Meu Pai, que mas deu, é maior do que todos; e ninguém pode arrebatá-las da mão de meu Pai. Eu e o Pai somos um…” Jo.10:27-30

 

20
mar
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JONAS 3. AS REALIDADES DO VERDADEIRO ARREPENDIMENTO

JONAS  3

TEMA: AS REALIDADES DO VERDADEIRO  ARREPENDIMENTO

INTRODUÇÃO:

1. Arrependimento é  uma das doutrinas  bíblicas que segundo a teologia sistemática pertence à  grande doutrina da salvação.

2. Segundo o teólogo Wiyne Grudem, ele define o arrependimento da seguinte maneira:

“Arrependimento é a tristeza de coração pelo pecado, a renuncia ao pecado e o compromisso sincero de abandoná-lo e de andar em obediência a Cristo.” Ele ainda diz que arrependimento é algo que ocorre no coração e  envolve a  totalidade da pessoa  na decisão de abandonar o pecado. Tendo como base bíblica o que diz aos Coríntios 7: 9,1.

“agora folgo, não porque fostes contristados, mas porque o fostes para o arrependimento; pois segundo Deus fostes contristados, para que por nós não sofrêsseis dano em coisa alguma.  Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, o qual não traz pesar; mas a tristeza do mundo opera a morte.”

3. È sobre arrependimento que eu quero propor para todos nós nesta ocasião. Tendo em vista que este capítulo três do livro do profeta Jonas traz esta ênfase.

A. O arrependimento do profeta Jonas. Se bem que o seu arrependimento foi temporário e circunstancial como veremos em outra ocasião no cap. 4. Circunstancial por que ele foi colocado por Deus em uma situação sem saída, tendo que se arrepender e confessar os seus pecados. Como nos diz o cap.2 quando estava no  ventre do peixe.

B. O arrependimento dos habitantes de Nínive. O povo de Nínive ao ouvir a mensagem da palavra de Deus por intermédio do profeta se arrependeu.

C. O arrependimento do rei da  Assíria. Quando a noticia chegou ao rei, ele deixou o seu trono para se assentar nas cinzas e deixou suas vestes de rei para se vestir de pano de saco. Que era na época uma forma de demonstrar arrependimento.

D. O arrependimento do próprio Deus. Deus não se arrepende como diz Números  23.19 “ Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá?” O que se diz aqui no livro do profeta Jonas não é uma contradição, mas, sim,  que Deus viu o verdadeiro arrependimento dos habitantes de Nínive. De maneira que quem mudou não foi Deus, e sim os homens em contrição de alma

4. O que esse capítulo 3 nos ensina  sobre as realidades do verdadeiro arrependimento: O que está incluído nas realidades do verdadeiro arrependimento.

I –  Uma segunda oportunidade, V.1

1. É maravilhoso saber que Deus nos concede uma segunda chance. Talvez  não déssemos uma segunda oportunidade pelo procedimento do profeta em fugir do Senhor, cap.1

2. Deus é infimamente diferente do homem. Ele é pleno em misericórdia e graça.

3. Deus tratou Jonas do mesmo modo como tratou: Manasses em II Crônicas 33:1-20. E o apóstolo Pedro em Jo.21:15-17.

II  É gerado por Deus mediante sua palavra, V.2, 3, 4

1.  A mensagem é Deus quem dá, v.2,3. Nós não temos o  poder de mudar a mensagem do Senhor. Temos  que entregá-la do modo como recebemos

2. A mensagem nem sempre é boa de ouvir. V. 4. Nem  todas as vezes que Deus fala  é sobre bênção, mudança para melhor ou promessas. Algumas vezes Deus anuncia seus juízos. Obedece que tem juízo.

3. A mensagem pode ser extremante curta V.4. Independente de seu tamanho  é impactante,       pois a palavra de Deus tem poder

4. Não existe coração duro que a palavra de Deus não consiga amolecer.

III – Tem um tempo determinado,  V

1. Quarenta dias foi o tempo anunciado por Deus. Eles teriam que se converter neste período ou receberiam sua sentença.

2. Nos dias de Noé foram 120 anos.

3. Pedro nos fala sobre o tempo de espera do Senhor na nova aliança em Cristo, I Pe. 3: 8,9

“ Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o  Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se.”

IV-  O elemento fé, V.5

1. Sem fé é impossível agradar a Deus. Precisamos crer que o Deus que está sendo anunciado é verdadeiro e de fato cumpre o que diz.

2. A fé gera temor. Foi porque creram em Deus, que se humilharam diante do Senhor e se despertaram  à  buscá-lo.

3. A fé nasce em corações que jamais imaginaríamos. A semelhança dos corações dos Ninivitas.

4. Todo homem é salvo por meio da fé em Cristo. Ef. 2:8, 9.

V  –  Busca  sincera a Deus, V.7-10.

1. Essa busca deve ser com restrição de nós mesmos, v. 7 Não é só o jejum, mas negar a si mesmo em todas as circunstâncias da vida.

2. Essa busca deve ser com humilhação, v.8. Reconhecimento da nossa fragilidade diante do Senhor.

3. Essa busca deve ser com clamor a pessoa certa, Deus, V.8  A  oração é um elemento imprescíndível para buscarmos ao Senhor de todo coração.

4. Essa busca deve ser com conversão dos nossos maus caminhos, v.8. Mudança de vida é o começo da conversão sincera.

5. Essa busca deve ser com esperança, v.9

6. Essa busca deve ser aprovada por Deus, v. 10 Deus vê e conhece nossas atitudes no intimo.

Conclusão:

1. Deus é aquele que conhece nossos  corações. Ele contemplou o coração dos habitantes de Nínive, poupando-os do juízo anunciada.

2. Eles de fato se converteram ao Senhor. Toda aquela geração foi salva por que creram em Deus, abandonado seus maus caminhos.

3. Arrependeram-se mediante a luz da revelação que receberam do Senhor. Não tinham igreja, pastor, rádios, folhetos, não ouviram sobre Jesus, os apóstolos, nem  a doutrina do Cristianismo em tudo que ensina. Somente um profeta, com uma pequena mensagem.

20
mar
11

JONAS 4. Tema: A GRANDEZA DA MISERICÓRDIA DE DEUS

JONAS 4

Tema: A GRANDEZA DA MISERICÓRDIA DE DEUS

1. Na minha opinião esse é o capítulo mais importante deste livro, pois, revela o real motivo que levou Jonas a fugir diante do seu chamado para ir até a cidade de Nínive, V.2.

2. Já preguei aqui os três capítulos anteriores deste livro.

A) No capítulo 1 que fala do momento em que Jonas é chamado pelo Senhor, falei sobre o Deus de Jonas: I – Deus é Deus de todas as nações e não somente de Israel. II – Deus escolhe pessoas que jamais escolheríamos. III – Deus enche os céus e a terra com sua presença. IV- Deus é Soberano.

B) No capítulo 2 que fala da oração de Jonas no ventre do grande peixe, falamos sobre o Deus que atende nossas orações: I – Seja qual for nossa angústia devemos buscar o Senhor. II – Devemos confessar nosso estado desesperador diante do Senhor. III – Devemos nos apoaiar na misericórdia do Senhor. IV – Devemos exalar espírito de gratidão ao Senhor.  V-  Devemos reconhecer a necessidade de corrigir nossa vida diante do Senhor. VI-  Devemos saber que orar ao Senhor é importante, mas principalmente tê-lo como Salvador.

C) No capítulo 3 que menciona a pregação de Jonas em Niníve, falamos sobre as realidades do verdadeiro arrependimento: I – Está incluído uma segunda oportunidade. II – É gerado por Deus mediante sua palavra. III – Tem um tempo determinado por Deus. IV – É essencial a fé. V – A busca sincera a Deus.

D) No capítulo 4 à ênfase é sobre a GRANDEZA DA MISERICÓRDIA DE DEUS. Temos o texto dividido em quatro partes.

A. Queixas. 4:1-3. Jonas obedecera ao Senhor indo a Nínive e pregando a mensagem de Deus, mas a atitude do seu coração não
fora mudada. Ele odiava tanto os ninivitas por causa de sua crueldade que lá no fundo do seu coração antegozava a sua destruição. Agora, passados os quarenta dias, Nínive continuava intacta.

1.Desgostou-se . . . . extremamente, e ficou irado. Um paralelismo tipicamente hebreu, expressando a reação extrema de Jonas diante da salvação da cidade de Nínive.

2. Pois sabia que és Deus clemente. Finalmente desvendou-se o segredo. Jonas não ignorava o caráter do seu Deus. Ele fugiu para Társis não porque temesse os ninivitas, mas porque não queria que fossem salvos. Deus era clemente, isto é, Ele tinha no seu coração o bem-estar do homem e apaixonadamente desejava tirá-lo do pecado.  Misericordioso. Uma palavra companheira de clemente, apontando para o amor de Deus que é derramado sobre o pecador indigno que se arrepende dos seus pecados. Tardio em irar-se. O desejo de Deus não é punir imediatamente o desviado. Mas quando se torna evidente, em qualquer dada situação, que os homens são orgulhosos e teimosos demais para serem facilmente disciplinados, Ele começa a ensiná-los através do “caminho mais duro”, expressando o Seu descontentamento para com o pecado. Grande em benignidade. Benignidade é uma tradução da palavra hebraica hesed, significando lealdade a uma promessa convencional. A expressão da  benignidade não se exaure quando a afiança é quebrada pela outra parte, mas ela vai em busca do desviado e o traz de volta para um relacionamento pessoal íntimo.

3. Jonas não tinha em seu coração o amor de Deus e ele se sentiu envergonhado porque a sua profecia foi anulada pela conversão daqueles que ele detestava. O profeta ficou tão abatido que desejou a morte.

B) A Abóbora e o Verme. 4: 4-7.

4. É razoável essa tua ira? O Senhor examinou a atitude de Jonas. À luz da preocupação divina para com o homem, como seu servo podia ser tão impiedoso?

5. Fez uma enramada. Embora Jonas estivesse cônscio que uma onda de arrependimento em Nínive faria Deus salvar o povo, ele obstinadamente determinou esperar a destruição que tinha predito. Foi para um lugar mais elevado fora da cidade propriamente dita, armou um caramanchão de galhos de árvore para se proteger do sol. Tais abrigos ainda se usam em campo aberto no Oriente Médio. Um homem pode ficar confortavelmente em sua sombra mesmo quando o sol fica muito quente.

6. Então fez o SENHOR Deus nascer uma planta. A planta, palma cristi, é comum no Oriente Médio. A rapidez do seu crescimento neste caso é declaradamente um ato divino. Jonas sofria tanto com seus conflitos íntimos que reagia com as mais disparatadas emoções. Antes, se sentira grandemente deprimido, agora se alegrou grandemente.

7. Enviou um verme. A destruição da planta também foi um ato divino. O verme atacando as raízes, destruiu a planta, e com ela, a bênção de sua sombra.

C). O Vento e o Sol. 4:8. Deus mandou um vento. Este ato final do Senhor privou Jonas de seu último conforto terreno – a sombra fresca. O vento oriental é famoso por sua temperatura cauterizante, do qual nem mesmo a sombra de um abrigo pode proteger o homem. Quando Jonas chegou ao ponto de não suportar mais o calor, clamou pelo alívio da morte pela segunda vez. A primeira vez ele desejou morrer por causa de seu desespero íntimo; desta vez ele clamou a Deus por causa de seu desconforto físico.

D). A Lição. 4:9-11. Obviamente, a série das ações divinas destinadas a Jonas tinha um propósito. Deus tentava destacar o absurdo da falta de preocupação espiritual de Jonas pelo bem-estar humano, contrastando-o com a sua legítima preocupação por seu próprio bem-estar físico.

9. A pergunta do versículo 4 torna a ser repetida. Do conteúdo de 4:1-3 pode-se deduzir que a resposta de Jonas à primeira pergunta devia ter sido a mesma que esta

10. Tens compaixão da planta. Era uma preocupação cabível e provavelmente motivo razoável para se zangar. Mas a planta não passava de uma planta, e Jonas nada tinha a ver com o seu crescimento ou destruição.

11. Não hei de eu ter compaixão . . . de Nínive. Os ninivitas eram seres humanos – homens, mulheres e crianças – objetos da criação especial de Deus e portanto do Seu amor. Uma simples planta, como essa, não podia entrar em comunhão pessoal com Deus; nem o pecado podia corrompê-la. A preocupação de Jonas pela planta era egoísta; ele sentia a sua destruição
porque lhe servira para o conforto pessoal. Mas a preocupação de Deus pelo homem é altruísta, pois Ele apenas procura ajudar, livrando-o do pecado.(Comentário Bíblico Moody, cap.4)

I –  A misericórdia de Deus é insondável, infiníta e incompreensível, V.1

1. Homem nenhum é capaz de medir o quanto Deus é misericordioso. Por mais que você reflita, sua reflexão sempre vai ser um pingo dágua diante do oceano da misericórdia de Deus. Deus é infinitamente superior a tudo quanto imaginarmos acerca de Sua  Pessoa.

2. Os caminhos de Deus e os seus pensamentos são em muito diferentes dos nossos, Is.55:8, …” Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos osmeus caminhos, diz o SENHOR.  Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos”… Isso fala do quanto Deus é misericordioso, e o quanto é imcompreensível para nós, a sua misericórdia.

3. O que você faria com o seu pior inimigo, com aquela pessoa que mais te prejudicou? Na prática o que você faria com o assassino de seu filho? Com alguém que traiu sua confinça e ainda debocha de você. Vamos supor que alguém seja vitíma de um estupro. Qual atitude tomaria diante de alguém que praticou tal ato? Confesso que não sei como seria minha reação diante de uma situação com essa. Mesmo essa pessoa tão mal, Deus estende sua misericórdia . Deus ama o teu pior inimigo, do mesmo modo como te ama.

II – A misericórdia de Deus deve ser refletida na vida daqueles que foram alcançados por ela, V.2-10.

1. Jonas era teologicamente correto, mas sua prática contradizia o que professava como fé, V.2,3. Jonas define muito bem quem é Deus mas não enxergou em sí mesmo a contradição do modo que vivia.

2. Jonas foi capaz de armar uma tenda e ficar de longe torcendo pela destruição dos ninívitas, V.5. Regozijando-se com o mal do próximo. Como quem diz: Bem feito, é porque merecia esse mal. È consequência do pecado praticado.

3. Jonas teve misericórdia da planta e não se compadeceu dos Ninívitas, V.6-10. Ela amava mais as coisas do que o ser humano. Semelhante a muita gente que ama mais o carro, a casa, o dinheiro, o cachorro, o jardim do que o ser humano.

4. Mateus 5:7. “…Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia…” No evangelho de João 5:1-8. Temos uma história em lugar por nome de Betesda, cujo significado é casa de misericórdia. Mas, a misericórdia pelo que aconteceu era só no nome. Esta igreja aqui é casa de misericórida ou só tem o nome?

III – A misericórdia de Deus alcança qualquer pessoa independente de quem ela seja ou de suas práticas, V.10-11.

1. Mesmo aqueles ninívitas tão maus provaram da misericórdia de Deus. Um povo acostumado a matar da pior forma possível, um povo que guerreou com Israel e os levou em cativeiro. Um povo pagão e de muita promíscuidade.

2.Qualquer homem é alvo da misericórdia de Deus. O macumbeiro, feiticeiro, religioso, homícida, estuprador, ladrão,
pedófilo, prostítuta, homossexual, alcoolátra, fofoqueiro, mentiroso. Qualquer que seja o teu pecado, você é alvo da misericórdia de Deus. Ele quer sempre o teu bem, o teu melhor, Ele te ama profundamente.

14
mar
11

FATOS NOTÁVEIS DA CONVERSÃO DO CARCEREIRO

FATOS NOTÁVEIS DA CONVERSÃO DO CARCEREIRO

Atos 16:6-34

1.  A conversão é um ato livre da graça de Deus.Ninguém se converte se Deus primeiro não agir. Tudo na conversão começa em Deus.

2.  A conversão acontece no tempo determinado por Deus. Ele resolve se manifestar em nossa história no momento exato que  marcou para realizar nossa conversão.

3. A conversão é diferente da Salvação. Ambas acontecem simultâneamente. No entanto a Salvação é de uma vez para sempre. A conversão é de uma vez para todos dias.

4. Temos nesta história, a conversão de um homem que estava trabalhando, tendo alguns presos sob sua responsabilidade. E no texto iremos observar alguns fatos notáveis dessa conversão.

I – A Soberania de Deus, At. 16: 6-12.

1. Esse texto é o início da segunda viagem missionária de Paulo.

2. Queriam pregar em outras regiões. Indo pra região da Galácia em direção a região da Àsia Menor. Na Àsia e Bitínia foram proíbidos por Cristo de pregar o evangelho, defrontando Misía voltaram para Trôade

3. Em trôade receberam uma visão do Senhor. Se dirigiram para Samotrácia, e no dia seguinte a Neápolis e dalí para Filipos, primeira cidade da Macedônia. Alí era a cidade do carcereiro.

4. Deus age soberanamente. Proporcionando todos os meios para que a nossa conversão aconteça. Preparando o ambiente, colocando pessoas em nossa história de vida, proporcionando situaçoes até adversas para que cheguemos a presença de Deus.

II – A manifestação sobrenatural do poder de Deus , At.16: 13-26.

1. Na Salvação da primeira mulher salva no continente Europeu, V.12-15. Lídia e sua família foram alcançados por Cristo.

2. Na libertação de uma jovem escrava do diabo, V.16-22.

3. Na prisão por meio de um terremoto, V.23-26.

III – A atitude de desespero de um homem sem Deus, V.27-29.

1. Diante dessa circunstância pensou em tirar sua própria vida. É certo que pagaria com sua própria vida. Mas conhecendo a Deus poderia ter outra atitude diante deste fato.

2. O exemplo de Paulo quando estava preso com data marcada para ser decapitado. Quanto a mim, já estou sendo derramado como libação, e o tempo da minha partida está próximo. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda”. II Tm. 4:6-8

3. O Exemplo dos amigos de Daniel diante da ordem de Nabucodosor. “Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei: Ó Nabucodonosor, não necessitamos de te responder sobre este negócio.  Eis que o nosso Deus a quem nós servimos, pode nos livrar da fornalha de fogo ardente; e ele nos livrará da tua mão, ó rei.  Mas se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste”. Dn.3: 15-18

IV – A grande pergunta que todo homem deveria fazer  para passar a eternidade com Deus, V.30.

1. Você um dia parou pra fazer essa pergunta. Já pensou no seu destino eterno. Para onde você vai após a morte.

2. Um jovem fez esta pergunta a Jesus. Lc.18:18-23

3. Esse carcereiro perguntou com sinceridade.

V- A pregação Cristocêntrica do evangelho de Deus, V.31-34.

1. Uma respsota que nos leva a meditar no puro e simples evangelho de Cristo. Na totalidade de sua obra na cruz.

2. Ele não disse: Faça um sacrifício nos moldes da Antiga Aliança, pratique boas obras até o fim de sua vida, suba um monte e pague uma promessa, viage para uma cidade considerada santa e lá cumpra seus votos, beba água após uma oração, vá atraz de algum milagreiro, use sal grosso atraz da porta de sua casa, participe de uma canpanha para expulsar o mal de sua vida, vem para a reunião dos desesperados, participe da sexta-feira da libertação ou do descarrego, nada disso. Tudo isso é mácumba em nome de Deus. Simplesmente disse para depositarmos nossa fé no flho de Deus. Ele é toda nossa suficência para recebermos a grande Salvação do nosso grande Salvador, Jesus.

3. Toda sua família ouviu e creu no evangelho, V.32-34. Foram dominados por uma grande alegria.

09
mar
11

A MAIS ALTA PRIORIDADE DA NOSSA VIDA

TEMA: A MAIS ALTA PRIORIDADE DA NOSSA VIDA

Mt.6:33

INTRODUÇÃO:

1. O que lemos é a mais alta prioridade da nossa vida. Antes de mencionar  do Reino de Deus, nossa mais alta prioridade. Veja o que Jesus introduz como assunto até que chega no ápice, no ponto principal. Até que fale deste assunto do texto lido, que é seu desejo.

A) Dos Vs. 19-24. Jesus ensina sobre o verdadeiro tesouro. Que deve ser acumulado nos céus. Porque os tesouros desta vida passam e revelam onde está o nosso coração. Em acordo com nossas motivações, o nosso coração pode está no céu ou na tera. Jesus não proibe o possuir bens nesta vida. Ele mostra que não devemos nos deixar ser dominado por eles. Os tesouros desta vida estão para nos servir e não para sermos escravos deles. Não podemos direcionar nossos olhos para a ganância desenfreada, se os nossos olhos forem maus, todo nosso corpo estará em trevas. E nem servir a dois senhores. Serviremos ao Deus verdadeiro ou nos prostaremos à mamom, o deus terrível e escravista das riquezas.

B) Dos Vs.25-32. Jesus ensina sobre as preocupações desta vida. Não devemos ser guiados pelas preocupações desta vida. Ansiedade fala de insegurança em relação ao futuro. De falta de fé em relação a própria vida. De medo diante de determinadas circunstâncias. A vida é mais importante que o alimento e o corpo mais importante que as vestes, disse Jesus. Continuando faz uma pergunta sobre o que podemos acrescentar a esta vida, nem sequer 44 centímetros ou um curto espaço de tempo, responde Ele, V.27. E agora, ele convida passáros e lírios para ensinar aos homens que se dizem tão inteligentes, modernos e cheios de avanções tecnológicos, V.26, 28-30. Nem Salomão com toda sua glória se vestiu como o lírio do campo. Se Deus cuida dos passáros e dos lírios, muito mais de nós, que somos filhos. Deixemos que os gentíos. Aqueles que não conhecem à Deus, se dominem pelas preoucupações desta vida. O nosso pai do céu, conhece todas as nossas necessidades, V.31,32.

2. Agora Jesus fala sobre o que deve ser a nossa maior ambição, o reino de Deus. Diante do que o nosso Senhor falou anteriormente. As preoucupações desta vida são incoerentes com a maior prioridade da nossa vida porque:

(1) Revela dúvida a respeito da Soberania e Bondade do Senhor. Deus é Soberano, governa sobre tudo. É capaz de realizar toda sua vontade. E sua vontade é boa, perfeita e sempre agradável, pois Ele é bom em seu Ser

(2) Nos desvia dos verdadeiros objetivos desta vida. Deus nos chamou para gloficarmos seu nome em tudo. E uma maneira de vivermos para a glória de Deus é buscarmos o seu reino e sua justiça.

3. Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça. Esse termo “buscai” no grego dá a idéia de ir ao encontro com muita força, desejo, de anelar apaixonadamente, de buscar intensamente, de viver para buscar algo. De querer ardentemente, de ser ávido no impulso de buscar o reino de Deus. De tê-lo de fato como prioridade maior em nossa vida. È por esse motivo que logo após dizer “buscai”. Jesus menciona  “em primeiro lugar”. E a “sua justiça” fala do modo como devemos viver neste reino. De maneira justa e santa. Isto aponta para nosso comportamento de cidadãos do reino de Deus.

4. Esta busca é mais que um conselho. È mais que uma opção, é uma ordem de Jesus para todos nós. Ele não diz: Olhem, se vocês quizerem busquem o Reino de Deus. È uma opção para vocês, isto é apenas um conselho. Se vocês o receberem, poderá lhes fazer bem. Não, Ele é muito incisívo na sua afirmação. Devemos buscar o Reino de Deus. Diante do que foi mencionado, podemos extrair algumas lições acerca maior prioridade da nossa vida, o Reino de Deus. O Reino de Deus é a maior prioridade da nossa vida porque…

I –  O Reino de Deus é maior que qualquer bem desta vida.

1. É por este motivo que Jesus falou dos tesouros desta vida. Antes de falar da nossa maior prioridade, o reino de Deus. Os tesouros desta existência podem desaparecer a qualquer momento. A ferrugem corroe, o ladrão rouba, os prejuízos podem vir, as preucupações do ter ou não ter podem nos consumir.

2. O índivíduo se preoucupa quando não tem, ou seja, se preoucuapa em como conseguir. Depois que consegue, fica doido pensando em como manter. Em perdendendo, enlouquece porque não tem mais. Até Sílvio Santos de uma hora para outra pode perder 4 bilhões e meio. E depois ter que vender quase tudo, para pagar as dívidas. Quando  morremos, não levaremos absolutamente nada. Se não, os investimentos que fazemos para eternidade. O que realizamos de bem ou de mau por meio do corpo.

3. É por causa desta insegurança que não tem valor algum diante de Deus.

3.1 Que temos de priorizar o reino e a justiça do Senhor. Porque o reino de Deus não se deteriora com o tempo, não enferruja, o ladrão não rouba e nem entra lá. E não há crise econômica, social ou abalo císmico que possa desustruturar o reino de Deus. O reino de Deus é maior que nossa existência, ganância, inveja, avareza. É maior que nosso olho mau no que é do outro, e muito superior a qualquer devoção a mamom.

3.2 O reino de Deus é imcomparável a qualquer obejeto desta vida, por mais valioso que seja. Quer seja uma mansão, um carro da melhor marca, uma conta bancária recheada de dinheiro, posição social, um bom emprego. O reino de Deus é superior. Não estou dizendo que devemos desprezar esses, mas priorizar o reino em detrimento a tudo isto.

II – O Reino de Deus é maior que a própria vida.

1. Deus sabe do que necessitamos. E nós precisamos de mutas coisas. Mas Jesus falou do que é básico para nossa existência. Do que é substancial para vivermos. De comer, beber e vestir. Tudo isso, precisamos para a manutenção da vida. E se não tivermos cuidado, seremos consumidos em nossas preoucupaões com isso. Teremos um andar inquieto todos os dias, com tudo que concerne aos cuidados da nossa existência.

2. O reino de Deus é maior do que depende nossa própria existência. É maior que comer, beber e vestir. Sem estas coisas não poderemos viver. Mas Jesus nos ensina que devemos colocá-las  em seu devido lugar. Elas são importantes para vida, mas o Reino de Deus e sua Justiça é superior a própria vida.

III – O Reino de Deus é maior porque define-se em conhecer a Cristo e buscá-lo todos os dias da nossa existência.

1. Alguns pensamentos sobre o que é  buscar o Reino de Deus. (A) É fazer parte de algum grupo religioso. Ser membro de uma igreja, pertencer a uma denominação. (B) Vir regularmente aos cultos (C) Participar do coral da igreja (D) Evangelizar (E) Dirigir um departamento (F) Pregar no púlpito da igreja (G) Cuidar da obra social. Tudo isto faz parte do Reino, mas não é o Reino de Deus.

2.  Buscar o reino de Deus é: (A) Reconhecer que o messias já foi revelado ao mundo. (B) Conhecer à Cristo (C) È  ser liberto do império das trevas e pertencer ao Reino de Deus (D) Ter a  Cristo como maior alvo em nossa vida (E) Buscar uma íntimidade maior com Deus (F) Pensar no nosso relacionamento com Deus (G) Refletir acerca do nosso futuro Eterno (H) Desejar ser semelhante a Cristo em santidade e retidão (I) Manifestar na vida, o fruto do Espírito Santo. Pois, o Reino de Deus não consiste em comer ,beber e vestir. Mas, em amor, paz e algria no Espírito santo. (J) Almejar as coisas do alto, lá dos céus.

IV – O Reino de Deus é maior porque o Senhor deste reino não só estabele prioridades mas cumpre suas gloriosas promessas.

1. A prioridade é buscar o reino de Deus e sua Justiça. Mas existe aí uma promessa singular: “e estas coisas nos serão acrescentadas”. Quais são estas coisas que Jesus está falando: Comer ,beber e vestir. Infelismente por falta de fé, invertermos esta ordem estabelecida por Cristo. Buscamos estas coisas (comer, beber e vestir) em primeiro lugar e colocamos o Reino de Deus por último.

2. Jesus corrige em nós esta prioridade falando da urgência de buscá-lo e da recompensa de priorizá-lo. Precisamos confiar nas palavras de Cristo aqui mencionadas. Ele nos dá esta ordem de buscarmos o Reino de Deus. E faz esta promessa de suprir o que precisamos para nossa subsistência. Esta promessa é a manifestação de seu cuidado amoroso por nós. Que o Espírito de Deus nos impacte por esta palavra de Jesus. E que de hoje em diante, possamos com a a ajuda do Senhor, cumprir esta parte importante do evangelho.

 

04
mar
11

A VALORIZAÇÃO DA FAMÍLIA . SALMOS 127

TEMA: A VALORIZAÇÃO DA FAMÍLIA  SALMOS 127

INTRODUÇÃO:

1. Vivemos uma é poca de desvalorização da família. Alguns fatores em nossa sociedade contribuem para isso:

(A) O divórcio é uma fator que contribui para isso. Taxa de divórcios cresce 200% em 23 anos, diz IBGE A taxa de divórcios no Brasil subiu 200% entre 1984 e 2007, segundo dados da pesquisa “Estatísticas do Registro Civil 2007”, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ( IBGE). Em números absolutos, os divórcios concedidos passaram de 30.847, em 1984, para 179.342, em 2007.

(B) A infidelidade conjugal. Vivemos o tempo em que se diz: “Trair e coçar é só começar” Ouvi uma conversa entre dois homens na fila do banco. Em que um deles é dono de motel. No diálogo dizia ao outro que um homem traía sua esposa, quando flagrou um de seus carros no estacionamento do motel. E quando foi averiguar era sua esposa que lá encontrava-se também o traindo. O dono do motel comentava da confusão dentro do seu estabelecimento.

(C) Aborto. Uma em cada cinco mulheres aos 40 anos já fez aborto no Brasil Uma  pesquisa, conduzida pela Universidade de Brasília, mostra que passa de cinco milhões o número de mulheres brasileiras que já abortaram. “A pesquisa nacional de aborto, cobriu todo Brasil urbano, que são as capitais, e as grandes cidades, ou seja, ficou de fora o Brasil rural, porque não podíamos incluir mulheres analfabetas”, disse a antropóloga e professora da Universidade de Brasília, Debora Diniz.  “As pesquisadoras entraram na casa das mulheres, com uma urna secreta, as mulheres de 18 a 39 anos, elas recebiam uma cédula que constava de cinco perguntas, e uma delas é, ‘você já fez aborto?’,.  “O que nós sabemos é que uma mulher em cada cinco, aos 40 anos, fez aborto. Significam 5 milhões e 300 mil mulheres em algum momento da vida já fizeram aborto. Chinesas fazem 13 milhões de abortos por ano. Pesquisa diz que 62% das mulheres que abortam têm entre 20 e 29 anos. Governo teme que índice de abortos seja ainda maior.

(D) Jovens drogados que destroem a sí e suas famílias. Viciados em crack no Brasil ultrapassam 1 milhão. O número de viciados em crack no Brasil ultrapassa 1 milhão e 200 mil, de acordo com pesquisa divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)

(E) Namoro entre jovens. Que é mais prostituição do que namoro. Jovens que no período de namoro se relacionam sexualmente. E em alguns casos com a aprovação dos pais. Por isso temos um crescente número de mães e pais que ainda estão no período da adolescência.

(F) Inversão de valores. Casamentos homosexuais, normalidade da perca de virgindade, a prática do termo “ficar” entre jovens, pornografia exposta na tv e internet.

2. Lendo o texto, pensei em algumas interpretações erradas desse salmo, que contribue para desvalorização da família em nossa época.

(A) As pessoas confundem grandes contruções com lar, casa e família, V.1. Acham que edificar a casa é contruir uma grande casa confortável. Nada contra as megas construções. A questão é que isso não significa ter um lar feliz e cheio de harmonia.

(B) O único objetivo do trabalho é adquirir riquezas e deleitar-se egoísticamente, V.1.b. À exemplo da parábola narrada por Jesus, Lc.12:16-21.

(C) Há daqueles que pensam ser o bastante confiar em Deus e dormir, que tudo cai do céu, V.3. Completamente dominados pela indolência. Seguem o caminho do preguiçoso sugundo provérbios.

(D) Filhos são grandes problemas e só servem de impedimentos aos projetos dos pais, V.3-5. Nesta ótica ter filhos é sinal de maldição.

3. Diante de tudo mencionado, o que fazer para valorização da família numa época tão conturbada.

I – Edificar o lar em Cristo, V.1. Na entrega total à Cristo. No compromisso com Cristo em viver o evangelho. Numa vida piedosa de oração, santidade. Zelo pela famíla no cuidado, perdão e verdadeiro amor.

II – Ter o trabalho como meio de proporcionar o maior bem da família, do próximo e do reino de Deus, V.2.pa. Invista nos seus filhos, conceda-lhes o melhor para eles. Mas não esqueça, melhor do que oferececer bens, é dar-lhes amor. Ajude as pessoas em suas necessidades e promova o reino de Deus em fidelidade ao Senhor com suas posses.

III – Confiar em Deus em todas as relaizações da vida, V.2.pb. Isto não é um convite a preguiça, mas a confiança plena em Deus.

IV- Olhar para os filhos como sinal da bênção de Deus, V.3-5. (1). Herança do Senhor, V.3. (2) Felicidade do homem e da mulher na satisfação dos pais nos filhos, V.3 (3). Meio Divino de cuidado e proteção dos pais na velhice, V.4,5.

CONCLUSÃO:

1. Uma palavra final aos filhos.

(A) Filhos, facilitem a missão dos vossos pais. A missão de ser pai é honrosa e árdua ao mesmo tempo. Mas os filhos podem e devem contribuir para facilitação desta importante missão. Afinal de contas,um dia, os filhos assumirão a posição de pais.

(B) Sejam filhos que:

Honrem os pais. Considerando-os como autoridades constituídas por Deus.

Respeitem os pais. Como ao próprio Senhor que os Salvou.

Cuidem dos pais. Do mesmo modo como vocês cuidam de sí mesmos.

– Demosntrem gratidão aos pais. Não custa nada chegar e agradecer-lhes por tudo que fizeram por nós.

– Obedeçam aos pais. Em tudo, pois, eles querem o melhor para vocês.

– Sejam carinhosos com os pais. Abraçando, beijando, demonstrando afetividade para com eles.

– Proporcionem alegria aos pais em todos os atos da vida. Tudo que vocês fizerem, façam para a glória de Deus e alegria dos pais.

– Amem os pais verdairamente. O amor é o remédio que cura todas as feridas.

23
fev
11

A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO E O DOM SUPREMO DO AMOR

A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO E O DOM SUPREMO DO AMOR

LC. 10:25-37

INTRODUÇÃO:

1. No livro  “Entendes o que Lês” há uma contextualização bem interessante da Parábola do Bom Samaritano. (Para ler)

2. A Parábola do Bom Samaritano segundo narrou o próprio Jesus nas escrituras neste texto, V.30-37.

3. Jesus conta esta história, respondendo a uma pergunta de certo farizeu, doutor da lei, V.25-29.

E depois ele querendo se auto-justificar, pergunta pela segunda vez “quem é o meu próximo”

4. Essa história tem 7 personagens. A) Os salteadores B) A vitima do assalto C) O sacerdote D) O levita E) O Samaritano F) O dono da hospedaria G) O jumento ( este não temos necessidade de comentar sobre ele)

5. Ao menos três deles são importantes para frizarmos pela informação da bíblia no seu contexto e

o ensino da própria parábola

A) O Sacerdote. Ministro do Antigo Testamento, investido de autoridade com função principal de intermediar entre os homens e Deus. Eles ministravam no santuário diante do Senhor, ensinavam o povo a guardar a lei e consultavam a Deus para conhecer Sua vontade em favor da nação de Israel.

B) O levita. Descendente da tribo de Leví, filho de Jacó. Foram escolhidos para o serviço do tabernáculo. Quando os Israelitas quebraram o pacto com Deus em construir o bezerro de ouro no Sinai, Ex. 32:25-29. Os levítas zelavam e transportavam os objetos do tabernáculo.

C) Samaritanos. Esse povo  surge como consequência do cativeiro do Israel do norte quando foram levados pelos Assírios, misturados racialmente com Babilônicos e Assírios, tornaram-se idólatras. No evangelho de Lc. 9:52-55 e Jo.4 temos dois acontecimentos que envolvem este povo. Os samaritanos eram aos olhos dos judeus, pessoas  desprezíveis. Nesta parábola, Jesus revela que o Samaritano era o mais próximo daquele moribundo a beira da morte.

A PARÁBOLA DO BOM SAMARITANO E O DOM SUPREMO DO AMOR

Quais lições podemos aprender desta história sobre o amor?

I – Mesmo vivendo em um mundo mal, podemos encontrar pessoas que amam de verdade.

1. Ainda que sejam poucas às encontramos, V.30-35. Não se iluda, no mundo real são poucos que amam sinceramente. O sacerdote passou e nada fez, o levíta de igual modo ficou indiferente. Somente aquele Samaritano, se dispôs a ajudar aquela triste vitíma a beira da estrada. Sendo tomado de profunda compaixão.

2. Na estrada da vida podemos encontrar três tipos de pessoas neste mundo.

2.1 Aqueles que vivem um egoismo desenfreado e selvagem. Egoismo  de salteador, de um contra o outro. (os salteadores)

A) São pessoas que vivem na espreita, aguardando uma oportunidade de tomar de assalto o que é do outro. Este tipo de gente pode até favorecer alguém, mas com o objetivo de escravizar o próximo em suas teias de “favores” para tomar o que o outro possui.

B) São pessoas que vivem para roubar a alegria, paz, saúde e se possível até a vida alheia. São ladrões de consciência. Seu grande objetivo é matar, roubar e destruir. E ainda se gabam de tal proceder. São os homicidas diários da nossa existência.

2.2 Aqueles que vivem um egoismo comodista, V.31,32. (o sacerdote e o levíta)

A) São pessoas influentens na vida reliogiosa. Representantes de Deus entre os homens, mas são pessoas que vivem alienadas por completo da vida do próximo.

B) São pessoas que vivem em benefício de sí mesmo. Tudo gira em torno dele e somente para ele. Jamais pensa no outro para beneficiá-lo. E quando pensa em fazer o bem ao próximo, o faz, objetando benefecíos próprios. Tirando proveito de qualquer situação.

C) São pessoas que pensam no próximo bem próximo. Resumindo o círculo do “próximo” aos filhos, cônjuges, familiares, amigos, gente importante e aqueles que lhes fazem bem.

2.3. Felismente encontramos aqueles que vivem em favor do outro, V.33-35.

A) São os que vivem um tipo de amor mais elevado, um amor altruista. Sem esperar uma troca de favores ou até mesmo um simples obrigado.

B) A diferença entre tênis e o frescobol. Reflexão de Rubem Alves

O tênis é um jogo feroz. O seu objetivo é derrotar o adversário. E a sua derrota se revela no seu erro: o outro foi incapaz de devolver a bola. Joga-se tênis para fazer o outro errar. O bom jogador é aquele que tem a exata noção do ponto fraco do seu adversário, e é justamente para aí que ele vai dirigir a sua cortada – palavra muito  sugestiva, que indica o seu objetivo sádico, que é o de cortar, interromper, derrotar. O prazer do tênis se encontra, portanto, justamente no momento em que o jogo não pode mais continuar porque o adversário foi colocado fora de jogo. Termina sempre com a alegria de um e a tristeza do outro.

O frescobol se parece muito com o tênis: dois jogadores, duas raquetes e uma bola. Só que, para o jogo ser bom, é preciso que nenhum dos dois perca. Se a bola veio meio torta, a gente sabe que não foi de propósito e faz o maior esforço do mundo para devolvê-la gostosa, no lugar certo, para que o outro possa pegá-la. Não existe adversário porque não há ninguém a ser derrotado. Aqui ou os dois ganham ou ninguém ganha. E ninguém fica feliz quando o outro erra – pois o que se deseja é que ninguém erre. O erro de um, no frescobol, (é como ejaculação precoce:) um acidente lamentável que não deveria ter acontecido, pois o gostoso mesmo é aquele ir e vir, ir e vir, ir e vir… E o que errou pede desculpas; e o que provocou o erro se sente culpado. Mas não tem importância: começa-se de novo este delicioso jogo em que ninguém marca pontos… Na vida você joga tênis ou frescobol?

II – O amor não é só um sentimento, mas pricipalmente ação e atitude.

1. Amor é mais que palavras deoces, bonitas românticas ou poêticas. Amor é mais que um discurso recheado de palavras atraentes e de boas colocações. Amor é ação em alegria, é pratica voluntária, é compaixão pela miséria do outro.

2. Amor é ação em misericórdia. Se compadece do próximo a exemplo de Jesus, Mt.9:34, 35. Isto fala de uma ação direcionada para servir, de voluntariedade amorosa.

3. Amor é ação que não se importa com riscos para ajudar a outros. Não se importa com a própria vida. Aquele samaritano parando sua viagem poderia se tranformar também em uma vitíma. No entanto não pensou nisto. Parou sua caminhada e o ajudou.

4. Amor é  ação que alivia o sofrimento do outro, V.34. Colocou óleo e vinho nas feridas daquele homem a beira do caminho.

5. Amor é ação que se esforça para fazer o máximo pelo outro, V.34. O colocou sobre seu animal, levou para uma
estalagem e cuidou dele. É o amor do tipo sacrificial, Ef.5:25.

6. Amor é ação que investe no outro, sem se importar com valores puramente humanos, V.34, 35. Não fez questão do que gastou, e pagaria algo a mais se fosse necessário quando voltar.

III – O verdadeiro amor revela quem é o meu próximo

1. Amar o próximo para o judeu significava: Amar o cônjuge, o filho, um amigo, um compatriota seu ou alguém cujos favores o beneficiavam.

2. Amar o próximo no ensino de Cristo, Mt. 5:43-48.

3. Observando o ensino de Cristo, quem é o meu próximo?

3.1 O meu próximo pode ser alguém totalmente desconhecido. A exemplo do samaritano e o que estava sofrendo no caminho.

3.2 O meu próximo pode ser de alguém de uma nação diferente. De uma raça rejeitada ou desprezada.

3.3 O meu próximo pode ser alguém de uma religião diferente da minha. O samaritano pertencia a outra religião.

3.4 O meu próximo pode ser alguém desprovido de uma boa aparência. O homem estava bastante ferido, quase morto.

3.5 O meu próximo pode ser alguém necessitado. Carente, desprotegido, marginalizado, viciado, prostituido. Sem amigos, família,  dinheiro ou um teto para abrigar-se.

3.6 O meu próximo pode ser até mesmo o meu maior inimigo

Portanto, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas de fogo sobre a sua cabeça”. Rm.12:20

CONCLUSÃO:

1. Diante de tudo isto, como poderemos amar sem fingimento, fugir do amor apenas no campo da teoria e das palavras. E partirmos para a verdaira praticidade do amor.

2. O V. 27 nos dá esta resposta. Amar primeiro ao Senhor. Quem ama ao Senhor de verdade é porque primeiro foi amado por Ele.

“Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor.  Nisto se manifesta o amor de Deus para conosco: que Deus enviou seu Filho unigênito ao mundo, para que por ele vivamos. Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados. Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros. I Jo. 4:7-11

3. Disse Jesus: “ Vai e procede tu de igual modo” Lc.10:37